Depois de comentar ontem a capa de corações e infartos estilísticos do Casa Grande Dispatch, registro rápido para nova capa, hoje, do Gwinnett Dailly Post (meu Deus, que logotipo difícil de ler! Me socorri do www anunciado sob a marca).(Aliás, aproveito para um parêntese autoflagelante: logotipo não precisa ser necessariamente fácil de ler, como no caso da Coca-Cola, pode ser apenas fácil de reconhecer, marcante)
Retorno. É interessante refletir sobre 3 aspectos nesta capa.
1 - Há sim enorme desperdício de espaço na chamada romântica. E sim a capa é muito "vazia", tem poucas chamadas, e dá a impressão de um produto mal empacotado, com pouco conteúdo. Mas, apesar das 2 ressalvas, é mais elegante a ilustra de hoje do que a de ontem. A idéia e a execução, um pouquinho kitsch como convém para o tema, são ok, aceitáveis. Ontem, Casa Grande Dispatch era inaceitável.
2 - A estrutura do colunão duplo à direita se repete em muitos jornais americanos. Curiosamente, pois, para mim, é de um retumbante fracasso, pois não estimula a hierarquização dos tópicos e mistura às vezes 3 ou 4 chamadas em um mesmo nível de relevo.
3 - A chamada do alto, acima do logotipo, entre o jornalístico e o institucional - ok, mais promocional - é um recurso a ser ruminado. Tem seu valor, embora a apresentação deva ser cuidadosamente ponderada - é pesada a ponto de ofuscar todo o topo de página.
Com erros, acertos, ousadias e indefinições, é bom exemplo a dissecar.
No mínimo, seu coração bate melhor do que o do Dispatch.









